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Domingo, Março 01, 2009
Live and times of a wrestler?
Então, dúzias de coisas acontecendo, como sempre. Amanhã começam minhas aulas na faculdade de Letras da Ufrgs. Mas isso é pouca coisa, como sempre.

Estava em SP o mês inteiro e foi o último mês da minha familia lá. Meu pai estava trabalhando num projeto caríssimo da Gerdau que foi fechado com a crise, e a duas semanas foi realocado. A minha madrasta e minha irmã voltam pra morar em porto alegre, ele vai passar aqui uma semana por mês, o resto do tempo vai trabalhar nos EUA. Em seis ou nove meses, talvez se mudem eles para lá, e talvez eu vá junto.

Quer dizer, estou entrando pra academia e vou tentar ser um lutador de luta livre proficional. Sim, mesmo. Ou talvez algum trabalho no ramo de RPG. Pouco provável que eu consiga qualquer das duas coisas, não sei nem se vou ir para lá ainda.

Pra quem quiser ter uma idéia do tipo de coisa que se faz na luta livre:
LINK

Então é isso, perspectivas cada vez mais estranhas e variadas para esse ano, vamos ver no que vai dar.
 
posted by Chando, Lucas at 1:07 PM | Permalink |
Sexta-feira, Janeiro 30, 2009
Indignação.
Fazer amor.

Fazer amor é uma mentira. Um absurdo aguém dizer que faz amor. Eu não faço amor. Muito provavelmente, você também não. Eu posso trepar, foder, transar, e às vezes até fazer um sexo gostoso. Mas amor, jamais!

Amor não é algo que se fassa na cama. Ninguém vai pra cama fazer amor, e é uma besteira pensar assim. Você pode, no máximo, "dar umazinha" com alguém que você ama. Fazer amor é algo broxante, não é o sexo.

Por exemplo: Quando a mulher acente velas pela casa toda e põe uma roupa especial para esperar o marido que chega do trabalho (ou do bar, ou do jogo...), então ele chega e eles se abraçam, se acariciam, dançam e vão pra cama. Tudo muito bonito, mas na cama eles fodem. Fazer amor é ficar naquele vai-não-vai, o cara já meio broxa, a mulher já meio entediada, ambos com menos hormônios e fazendo sexo mais porque é uma necessidade biológica humana do que por estarem cheios de tesão. É amor. Seus avós provavelmente fazem amor. Alguns talvez trepem. Difícil pensar nos velhos trepando, não é? Parece tão desgastante pra eles. Por isso só os mais vigorosos e em com poucas pontes de safena trepam. Os outros fazem amor com as pelancas balançando.

Há pessoas que gostam de chamar que qualquer "bimbada" de fazer amor. Como a mulher que reclama de um cara, o qual ela mal conhece, falar que está com tesão e que quer trepar com ela. "ai, mas assim? você podia dizer que quer fazer amor comigo." Sinceramente, não. Eu quero trepar, pura e simplesmente. As pessoas são animais, agem por instinto boa parte das vezes, e na cama é uma delas. E não me venham com nhé nhé nhé que todos gostam mesmo é de uma boa foda.

Não me entendam errado, não tenho nada contra o amor em si. Eu amo, amei, e ainda vou amar muitas pessoas e coisas nessa vida. O ato de "fazer amor" é que não me cabe. Ou "se amar" ou qualquer coisa assim. Se uma mulher chega para mim e diz "vamos se amar" eu tenho duas respostas pra ela: "Eu estou te amando agora mesmo" ou "Desculpe, até gosto de você, mas não te amo assim, não quero nada sério por enquanto". Se você quer ir pra cama com uma ou mais pessoas e trepar, você não vai se amar, você vai trepar e ponto.

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La penna, o blog de textos pretensiosos.
 
posted by Chando, Lucas at 3:38 PM | Permalink |
Quinta-feira, Dezembro 18, 2008
Bacon

O bacon pode estar em cada momento de sua vida...


Talvez você trabalhe demais e não tenha tempo para fritar, mas sempre se pode dar um jeito nisso.



Se você ainda não encontrou o sentido da vida, é porque ainda não comeu um bom bacon.




Coma bacon e seja, você também, uma pessoa feliz!

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PS: Dia de Jogo no La Penna.
 
posted by Chando, Lucas at 7:04 PM | Permalink |
Quinta-feira, Outubro 09, 2008
Wicked Witch of the West

Na minha última passada por SP eu procurava um presente para a sofia, minha irmãzinha, e eu comprei um poster da Cinderela(que ela chama de Tetela). Mas não era assim que eu ia terminar essa frase. Enfim, eu acabei me deparando com um livro com uma bruxa na capa, cujo o título dizia "Maligna - Para os que amam ou odeiam o mágico de OZ" (título original: "Wicked: The Life and Times of the Wicked Witch of the West"). Nunca tendo visto o mágico de OZ na minha vida(ou lido os livros), comprei o livro intrigado. Comecei a lê-lo devagarinho, saboreando e com com preguiça, acabei deixando-o de lado um tempo, lendo umas págidas de quando em vez.

Até ontem. Estava um pouco antes da matade do livro, quando vi o filme do mágico de Oz pela primeira vez, emprestado de uma amiga. Filme gostosinho até, bem bobinho. Mas enfim, corri para a cama e li o livro a tarde toda, até acabá-lo por complete. E tenho que dizer: é fantástico.

Em retrospectiva, não se parace muito com um livro inanto-juvenil, embora seja essa a prateleira em que ele pode ser encontrado nas livrarias. Em contraste com o filme, pode-se dizer que a Bruxa do Oeste é a única personagem verdadeiramente boa, ou ao menos sensata, no mundo de OZ. E Ela é sexy também! Se eu tivesse que eleger uma personagem de ficção com a qual eu teria um caso, não seria qualquer Princesa Léia da vida. Eu transaria com Elphaba, a Bruxa Malvada do Oeste.



O livro conta tudo, desde o nascimento da Elphaba verde e com dentes afiados quando bebê, até a morte trágica dela nas mãos de Dorothy. Não, o livro não faz de Dorothy uma vilã, nada disso. Ela é a mesma garotinha boba e ingênua do filme, inocente como uma criança. E se você já se perguntou como a bruxa tomava banho se era aversa a água? Com óleos, veja só! Não vou entregar o livro todo de bandeja, pois ele é cheio de surpresas e muito gostoso de ler. Mas não vá esperando por uma OZ cheia de maravilhas e pessoas amorosas. Oz é uma terra de crises políticas. Onde uma monarquia cai para um governo totalitário de um mago, onde uma Animas falam e trabalham e querem ser tratados como iguais, onde o conflito entre o bem e o mal muitas vezes não existe, com um mal tão soberano e um bem tão ínfimo que não se sabe se ele realmente está lá. O livro faz você realmente se apaixonar por Elphaba em sua história, e vale a pena ser lido. E vale a pena ver o filme logo em siguida também, olhando o mundo de OZ com um olhar totalmente novo.
 
posted by Chando, Lucas at 11:07 AM | Permalink |
Quinta-feira, Setembro 18, 2008
um ano em 1000 palavras.
Faz um ano e um pouco mais que não posto no blog, e ele já estava atirado às traças antes disso, o suficiente para fazer com que ele seja considerado algo mais que extinto. No entanto, vou tentar comentar um pouco desse tempo. Há um ano atrás eu cheguei a escrever um post-rascunho, mas não cheguei a postar. Naquela época eu estava procurando emprego e tinha sido selecionado pra uma etapa de treinamento. Oquei, por partes.
Primeiro, meu pai recebeu um promoção e foi morar em SP, levou a família (menos eu) e tudo mais. Tendo desejo de continuar em Poa, minhas opções eram trabalhar para me sustentar, ou morar com a mãe ou avós.
Acabei conseguindo um emprego na segunda tentativa, e fui selecionado para um treinamento para garçom. Tinham três e os dois melhores ficariam, eu fui o melhor e trabalhei lá por cinco meses e meio. Parei de trabalhar em janeiro. Foi uma experiência maravilhosa esses meses, com muita gente legal, um bistrô bacana de trabalhar mesmo. Quando sai, era um pseudo-gerente, pelo menos no meu ponto de vista, fazendo o lugar funcionar e treinando os novos funcionários. Foi batata.
Entretanto, trabalhar oito horas por dia num vai-e-vem foi extremamente cansativo, e não consegui me preparar direito pro vestibular (essa é minha história e não abro mão dela). Não consegui fazer média para passar em primeiro lugar no cinema da pucrs, o que não foi de todo mal pois não tenho mais tanta vontade de cursar. Nas provas da UFRGS, fiz média para passar bem em letras, mas fui cortado devido às cotas para alunos de escolas públicas. (eram cento e trinta e poucas vagas e eu passei em noventa e algo) Foi a primeira vez que teve as cotas nessa percentagem eu acho (ou a primeira vez que eu fiz vestibular com cotas) e muita gente ficou reclamando e batendo o pé, entrando na justiça e tudo mais. Pra mim, é besteira. Todo mundo concordou com as cotas no momento que aceita todas as regras do vestibular da federal ao se inscrever nele. Eu podia ter ido melhor, não fosse trabalhar no bistrô das 16h a meia-noite/2h, indo dormir às 3h e acordando às 6h pra ir fazer prova até às 12h. Olhando em retrospectiva, devia ter saído do trabalho antes.
Então veio fevereiro. Um grande mês com dias a menos. Fomos pra SP visitar a família. Eu, minha namorada laila, o gusta como le gusta e a natália que usa saia. Uma belezura de viagem. Pena que não deu pra ver tudo nem todo mundo de lá.
Durante o ano fiz algumas cadeiras de letras, as quais me matriculei pelo curso de filosofia. e faltei muitas aulas, antes e agora.
Enquanto trabalhava ainda, uma jornalista e uma editora se interessaram por um material escrito meu, me apoiaram e tudo mais. Eu pensei que podia sair de lá com um livro lançado, mas nada aconteceu e só me mandaram me inscrever num concurso. E um que eu nem podia me inscrever devido às exigências. Mas tudo bem, um dia quem sabe procuro elas novamente.
A questão é:não tou realmente pronto pra lançar um livro. Pelamordedeus, eu não escrevo nada que preste desde o ventilador e não faço muito mais coisas também. Embora tenha feito múltiplos vestibulares para diferentes cursos, esteja inscrito em filô e cursando cadeiras de outros cursos, eu não faço a menor idéia de que curso eu queira fazer. E isso é tão comum, tão banal, que chega a ser chato.
Tive meia dúzia de pedras nos rins nos últimos meses também. Tenho duas nesse instante (e mais uns farelos pequenos ou fragmentos soltos). Plano de saúde é uma coisa horrível. Preferia ter dinheiro pra pagar tudo em cash, como ia ser mais rápido. Tenho mais uma nefrolitotripsia (tradução: laser nos rins enquanto durmo) pra fazer, e ia ser esses dias, mas o plano de saúde plano de saúde complicou tudo.
Eu mandei o pedido para ser autorizado aqui em poa. Eles mandam pra SP. Lá, eles contestam e querem um laudo médico e querem o laudo da minha última ecografia. Eles dizem isso pra UNIMED poa, e eu fico sabendo disso no dia do procedimento, depois de muito telefonar pra lá. Conseguimos tudo e mandamos para SP. Eles contestam de novo pois eu fiz o mesmo procedimento faz pouco e no fim é preciso mandar um novo laudo médico dizendo que é um novo procedimento e não uma reaplicação (WTF?). Mandamos isso dez minutos antes do meu horário marcado no hospital e finalmente conseguimos a autorização. Quando?
a) na hora, tudo muito rápido, e eu fiz o procedimento!
b) um pouco depois, mas a tempo de fazer o procedimento. Só não aconteceu devido a invasão de dinossauros radioativos no hospital, deixando como únicos sobreviventes a moça que estava atrás da parede de chumbo do raio-x e eu (que agora tenho super-poderes e posso me transformar em qualquer animal que ja tenha sido extinto, e estou bem pertinho de me transformar um lobo-guará ou mico-leão-dourado, mas por enquanto escrevo como um tricerátops)
c) consegui a autorização, depois de mais uma hora e pouco no telefone, logo após o meu médico ser obrigado a liberar a sala de cirurgia para outro médico com outro paciente.

Infelizmente para todos os fãs de super-heróis com poderes estranhos saindo dos quadrinhos, a alternativa correta era a 'c', e eu vou ter que marcar outra data para o procedimento.



Agora.
Entrei em um estado completamente monótono de vida. Uma apatia absoluta, passei um tempão assim. Agora estou tentando sacudir a poeira, limpar a prateleira, não ter caganeira e dar a volta por cima.
Minha drasta Andrea está em Poa com a minha irmã, Sofia. Vi elas a pouco, e quero ver sempre. Criança é uma coisa tão boa, mas tão boa, que penso em roubar umas cinco por um mês e depois devolver, só pra sentir o gostinho de ter as minhas. Mas enfim, a Sofia tem quase dois anos, fala bem embora não possa ter diálogos sobre a origem das coisas e do universo, ela fala "mano" que é uma beleza.
(quando ela falava em uma língua própria de gemidos, sinais e barulhos risonhos, dai sim dava pra elaborar incríveis teses de conhecimento físico-astronômico. Temo que o português seja muito primitivo para minha irmã, e que todo aquele conhecimento não-traduzido seja perdido devido ao amadurecimento dela. Maldita biologia! Eles crescem tão depressa!).
Moro sozinho num JK bacana, com aluguel razoável e meia dúzia de móveis. Comprei gás esses dias. Sim, vai fazer um ano que moro aqui e não tinha gás até a semana passada. Ainda falta comprar um sofá e uma mesa de jantar com algumas cadeiras, pra ter mais lugar pra sentar. Normalmente eu como na mesa do PC mesmo. Tenho prateleiras com livros, som bacana com caixas grandes, cama, roupeiro, pia na cozinha e no banheiro (e um taque na área de serviço!), chuveiro (que ainda não consegui instalar direito, sempre queima algo), geladeira fogão e gás! Passo boa parte dos dias na casa da minha namorada então não tem necessidade de muita coisa. Eu tenho uma TV até, mas ela não é muito fã de ficar ligada.
Agora vou lavar as panelas e fazer algo com bacon.


Muitas batatas a todos.



ps: pra quem não contou, foram 1215 palávras.
 
posted by Chando, Lucas at 2:57 PM | Permalink |
Quarta-feira, Junho 27, 2007
Vestibular.
Há mais ou menos um mês atrás, eu me inscrevi para o vestibular da PUCRS, para o curso de Produção Áudio Visual (leia-se: cinema). Obviamente, não estudei durante semanas, e não via as matérias do colégio há dois anos já. Mas esse não era o problema, pois o vestibular em si, tanto as provas quanto à concorrência no curso, é extremamente fácil. O problema é que esse curso nessa faculdade custa R$ 1600,00 por mês, pra mais. Uma facada no bolso juntamente com a mão de qualquer pessoa sem uma grande quantidade de dinheiro disponível, faixa na qual me incluo. Na outra faculdade que oferece um curso parecido de cinema o valor provavelmente anda próximo a isso, e o curso não é oferecido pela UFRGS.

Porque eu me inscrevi então? Porque a PUCRS tem um sistema de bolsas de vários tipos. Uma delas é a de Bolsa INTEGRAL (laia-se: estudar de graça) para o primeiro colocado de cada curso. Visando esse objetivo, me inscrevi na prova, e uma semana antes do concurso vestibular peguei nos livros e comecei a estudar. Saiba-se antes que estudar para mim é uma coisa extremamente difícil e forçosa, e que uma hora de estudo diário é praticamente impensável a um ser de tamanha vagabundabilidade feito eu. Pois bem, estudei, quase uma hora por dia. Não sei se foi pouco estudo ou se foram poucas horas de sono (dormi cerca de cinco horas por noite por duas semanas, sonos interrompidos e não relaxantes muitas vezes), ou qualquer outra coisa, mas não fui bom o suficiente. Não sei por que estou escrevendo isso aqui, apenas me deu vontade de escrever pois o resultado saiu hoje.



Então é isso, eu não passei em primeiro, mas em quarto, como mostra o resultado no quadro. Muito provavelmente não vou cursar a faculdade esse semestre. Acho que vou estudar mais e tentar de novo no verão, talvez até fazer a revisão de três meses em um cursinho para relembrar melhor a matéria.



 
posted by Chando, Lucas at 6:12 PM | Permalink |
Segunda-feira, Maio 28, 2007
Pavão Mysterioso.
Esses meses tem sido uma loucura. Não paro mais em casa, nem tenho grandes vontades de atualizar o blog, mas vamos lá. Agora com a Sofia em casa tudo fica diferente. Acordar de madrugada para dar o bico para ela, dar de mamar (meus seios estão doendo, sério), trocar fralda, cuidar dela quando a mãe dela sai ou dorme um pouco, ou levar a pequena na pracinha. Tudo absolutamente maravilhoso. Mas que cansa, cansa. Esses dias escovei meus dentes com hipolglós no lugar de creme dental. Estranho.
Fora isso durmo fora de casa metade das noites ou algo assim, na casa da namorada, diminuindo mais ainda meu tempo livre em casa. Não que esteja me queixando, visto que tudo é ótimo. Viajei para gramado com a namorada no fim de semana. Comprei um chapéu novo, clássico, preto, lindo. Comi founde, café colonial e um incrível churros de quatro queijos. Uma maravilha realmente. Porém a maior parte do tempo em casa que não estou com a Sofia passo escrevendo ou dormindo mesmo.
Estou inscrito na incrível quantidade de uma cadeira da faculdade de filosofia na UFRGS, e mesmo assim perco várias aulas. Não vou seguir na faculdade, decidido a fazer algo entre Artes Cênicas ou Produão Audiovisual (leia-se: cinema), além de oficinas literárias e coisas do gênero. Pretendo escrever e ser um fracasso na vida, talvez sendo descoberto como um grande escritor tarde demais para aproveitar e morrer com frio sozinho numa casa com meu rosto parcialmente comido por gatos. Não lembro onde li isso, talvez Caio Fernando Abreu, talvez o velho safado.

Vamos ver aonde isso vai dar.Me inscrevi hoje mesmo, e levei junto o gustavo, num concurso de contos, Josué Guimarães o nome. Usei o Divórcio, com algumas modificações e correções, e mais Libertação e Ventilador , o último postado agora pouco no Lapenna. O resultado sai daqui a três meses, com premiações de até 5000 mil reais, além de todo o prestígio, e provavelmente os contos publicados numa coletânea. Usei o pseudônimo de Pavão Mysterioso, e o Gustavo usou Nuvem Passageira. Combinamos de invertar palavras nos próximos dois concursos que formos nos increver. Pavão Passageiro e Nuvem Mysteriosa, e depois Passageiro Mysterioso e Nuvem Pavão.
Nós nos pilhamos por quase qualquer coisa.

Como é bom ouvir The Mamas and the Papas.

Vi um filme genial no domingo, eu, a Laila, o Gustavo e a Natália. O nome? "Eu, eu mesmo e o macaco"(original em inglês: "The Ape"). Alugamos pois o título parecia muito idiota, e a primeira vista parece ser um filme idiota. Mas não é. É genial, introspectivo, super foda e o raio a quatro. É sobre um escritor que vai morar sozinho por seis meses pois não consegue escrever com mulher e filho em casa. Então ele descobre um macaco na casa que ele aluga. Mais especificamente um gorila de 350 kg (humano fantasiado, filmes que usam animais de verdade são geralmente chatos) usando uma camisa havaiana e falante. Parece muito idiota realmente, uma comédia qualquer, mas é genial. A crítica diz algo como "The Ape é uma prova a holywood de que é possível fazer um filme interessante, inteligente e engraçado sem gastaqr 50 milhões de dólares ou mais".
O filme é estrelado pelo cara-que-fez-o-filho-do-duende-verde-no-homem-aranha. Não dava nada pra ele. Mas dai vi que ele tem uma ótima atuação, e também dirigiu o filme, e escreveu em parceria com outra pessoa. Me abri muito pra ele. Venjam o filme, vale realmente a pena.
 
posted by Chando, Lucas at 11:14 PM | Permalink |